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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um novo tipo de computador: o Chromebook

Muitos anúncios empolgantes no Google I/O, evento que o Google realiza anualmente na Califórnia. Um deles é especial para os leitores deste blog.
"O Google anunciou hoje os primeiros Chromebooks dos seus parceiros, Samsung e Acer. Eles não são notebooks comuns. Com um Chromebook você não esperará minutos para dar o boot no seu computador. Você lerá emails em segundos. Graças às atualizações automáticas, o software no seu Chromebook ficará mais rápido com o passar do tempo. Suas aplicações, games, fotos, músicas e documentos serão acessíveis em qualquer lugar e você não precisará se preocupar com a perda de seu computador ou com backup de arquivos. As baterias dos Chromebooks durarão o dia inteiro com uma única carga. Esses notebooks também possuem diversas camadas de segurança embutidas, então não haverá necessidade de antivírus e softwares para instalação e manutenção. E o mais importante, você não gastará horas lutando contra seu computador para deixá-lo atualizado."
Mas não é só isso!!! :)
O anúncio continua:
"Mesmo tendo departamentos de TI dedicados, empresas e escolas lutam com os mesmos problemas de complexidade, custo e insegurança em seus computadores. Para resolver isso nós estamos também anunciando o Chromebook for Business and Education. Este serviço inclui os Chromebooks e um serviço de gerenciamento de usuários, dispositivos, aplicações e políticas de segurança. Também estarão incluídos suporte, garantias e trocas e atualizações do aparelho. Os preços mensais começam a 28 dólares por usuário para empresas e a 20 dólares por usuário para escolas".
Enfim é chegada a era do "Computer as a Service". Não há dúvidas que, atualmente, o Google é a empresa que mais inova na Internet. Resta saber quando tudo isso estará disponível no Brasil.
Veja anúncio na íntegra no Blog do Chrome (em inglês).

terça-feira, 1 de março de 2011

O quanto sua Empresa é Digital? *

A resposta para a questão-título pode ser tão vital para a viabilidade das empresas a longo prazo quanto a qualidade de seu modelo de negócios. Ser Digital vai além de ter o ter o software mais recente ou de ter o melhor o site na Internet. Trata-se de aproveitar ao máximo o que é realmente uma revolução, a fim de se tornar único, além de criar e aumentar lucros utilizando novos meios.
O projeto de uma Empresa Digital é a arte e a ciência de utilizar tecnologias digitais para expandir as opções estratégicas de uma companhia. Não se trata de utilizar tecnologia para seu próprio bem, trata-se de servir aos clientes, criar proposições de valor exclusivas, incentivar talentos, aperfeiçoar radicalmente a produtividade e aumentar os lucros. Trata-se de utilizar opções digitais para criar um modelo de negócios que não seja apenas superior, mas único.
A Empresa Digital é um fenômeno que emergiu a partir de 1996 (com o advento da própria Internet) e que ganhou mais destaque nos últimos 2 anos do século XX. Como exemplos, podemos citar:
  • a Dell, que em 1998 criou seu configurador online e que ainda é de qualquer maneira semelhante ao atual;
  • America On Line, eBay e Yahoo, que no começo de 1999 deixaram claro que era possível um modelo de empresa que pudesse fazer negócios pela Internet;
  • a General Eletric, que nos primeiros meses 2000, estava fazendo um grande esforço para realizar a primeira bem-sucedida transição em larga escala de um modelo não digital para um modelo de empresa digital.
Durante os primeiros anos do século XX , a construção de vigas-mestras de aço e a invenção do elevador modificaram completamente os conceitos de arquitetura e tornaram possível a construção de arranha-céus. Da mesma maneira, a situação dos líderes atuais está sendo alterada para sempre com o surgimento de novos e melhores métodos de trabalho colaborativo. A Empresa Digital representou uma mudança fundamental nos antigos modelos de negócios que causou mais impacto gerencial do que até mesmo outros movimentos, como o movimento pela qualidade nos anos 80 e o movimento pela reengenharia na década de 90.
Hoje, a amplitude e a profundidade da revolução digital tornou-se tão importante que, ninguém na área de negócios pode se dar ao luxo de deixar de priorizar esse assunto. Até recentemente, a probabilidade de que qualquer empresa pudesse desfrutar de um sucesso de longo prazo era determinada por um único fator: a qualidade de seu projeto de negócios. Hoje, a multiplicação das tecnologias digitais tem introduzido um segundo fator competitivo crucial: o grau de sua digitalização.
E se existisse uma alternativa melhor? Se você pudesse reverter o modo como seus negócios são realizados? Por exemplo, e se você soubesse exatamente o que os clientes querem e fabricasse apenas esses produtos? Se deixasse de recorrer à suposição e não tivesse mais gastos com o estoque que não foi vendido? Se pudesse desfrutar de aumentos de produtividade de dez vezes?
No inicío do século XXI a Compaq e a Dell estavam entre os maiores fabricantes de PCs do mundo. No entanto, a Compaq dependia quase que exclusivamente dos distribuidores no varejo para vender o que ela produzia. Ela procurava prever qual era a demanda e produzia o número de máquinas que acreditava que os clientes podiam comprar e, então, tentava vendê-las aos clientes por meio de seus distribuidores. Por outro lado, a Dell produzia um micro somente depois de receber um pedido de um cliente que tivesse feito o pagamento. Dessa forma, a Dell passou a utilizar o dinheiro do cliente para financiar a produção enquanto a Compaq continuava dependendo de métodos tradicionais de financiamento. A História mostrou qual foi o modelo vencedor. Apesar de vender seus produtos com a mesma margem de lucro de seus concorrentes, a Dell cresceu 30% mais a cada ano. A Compaq foi engolida pela HP.
As empresas que fizeram a transição para um modelo digital através da exploração de opções digitais voltadas aos negócios puderam produzir lucratividade e taxas de crescimento maiores do que seus concorrentes. Essas diferenças simplesmente não podem ser atingidas sem um projeto de Empresa Digital. Além disso, essas diferenças crescem com o passar do tempo, à medida que as primeiras vantagens agora são consolidadas e utilizadas para a criação de investimentos e aperfeiçoamentos de desempenho ainda maiores no ciclo seguinte.
Como tornar a sua Empresa mais Digital?
Primeiro o empresário deve-se imaginar como especialista em projeto de Empresas Digitais contratado para analisar e aconselhar sua empresa sobre seus próximos movimentos:
  • Qual é a situação atual?
  •  O quanto sua Empresa é Digital? Em uma escala de 0 a 10, como avaliaria o projeto de negócios da sua empresa?
  • Qual o percentual de seus serviços e informações que é realizado on-line? Qual o percentual de gerenciamento de seus canais de venda, fornecimento, atendimento a clientes, faturamento, logística, compras, seleção, treinamento, financiamento, pesquisa e desenvolvimento, produção e marketing?
  • Onde você situaria seus principais concorrentes nesses quesitos? Em que direção eles estão se movendo?
  • Que oportunidades estratégicas a análise acima sugere? Como você pode começar a utilizá-las?
Ser Digital não significa fazer com que seus vendedores fiquem distantes de seus clientes, não significa fechar sua loja ou seu escritório e a partir desse momento só existir na Internet. Ser Digital é apenas uma questão de usar mais tecnologia para aumentar a eficiência e reduzir custos nos processos. A experiência de grandes empresas inovadoras mostrou que um projeto de Empresa Digital traz uma mudança dramática e positiva em direção à realização de diversos benefícios:
  • A base para as decisões muda da suposição para a certeza;
  • A proposição de valores para seus clientes muda da inadequação para um perfeito ajuste;
  • As informações que fluem passam a ser transmitidas em tempo real, sem atrasos;
  • A utilização do tempo de seus funcionários muda de um estilo com baixo valor agregado para o máximo incentivo aos talentos;
  • A resolução de problemas passa a ser pró-ativa ao invés de reativa.
Como e quais são as opções digitais que podem ser exploradas para trazer esses benefícios no caso de Sua Empresa? Entre em contato.
* baseado no artigo da edição 37 da revista InformationWeek Brasil e no livro “How Digital Is Your Business?” (“O Quanto Sua Empresa é Digital?”) de Adrian Slywotzky e David Morrison.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Certificado Digital gratuito para PMEs

Mais uma notícia importante: em 2011 a Sefaz-SP estará distribuindo gratuitamente certificados digitais para micro e pequenas empresas que faturam até 2,4 milhões. O certificado permitirá acesso mais seguro aos serviços do portal da Sefaz.
Veja notícia na íntegra no portal da Info Exame.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Peixes grandes preocupados...*

Joseph Tucci, Presidente da EMC, a empresa que atualmente domina o mercado mundial de storage#, disse que "vê fantasmas de grandes empresas (ex)vizinhas que quebraram com a chegada do PC" todo dia que olha pelas janelas do seu escritório.
"Um movimento similar está acontecendo e agora a diferença é que a ruptura está vindo das nuvens, esses data centers gigantescos que fornecem computação e armazenamento remoto ao invés de servidores e unidades de discos dentro das próprias empresas", disse Tucci. A mudança para a nuvem irá trazer "novos competidores que deixarão a maior parte ou pelo menos a metade das empresas de tecnologia devastadas. Ele não deu nomes, mas o artigo sugere que empresas como Dell, HP, IBM e a pŕopria EMC podem estar correndo esse risco. Mas essas gigantes não vão se entregar fácil. Essas empresas já gastaram 6.4 bilhões de dólares em aquisição de concorrentes que possuem tecnologias em nuvem.
Empresas que utilizam computação em nuvem (ou, no inglês, "cloud computing") podem cortar em no mínimo um terço seus custos de TI  e gerenciar atualizações facilmente. A empresa de marketing IDC estima que, ao redor do planeta, elas poderão economizar cerca de 1 trilhão de dólares por não precisar manter sistemas antigos e obsoletos nos próximos 4 anos.
Quem viver verá.
Quer saber mais sobre soluções em nuvem para pequenas e médias empresas? Entre em contato.
# dispositivos para armazenamento de grandes quantidades de dados

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O passaporte também na Era Digital

Depois de diversas mudanças, o novo passaporte brasileiro será o mesmo adotado na União Européia, Japão, Estados Unidos e Austrália. E ele até lembra o RIC (Registro Único de Identidade Civil) em alguns itens.
Veja na íntegra no G1.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

RIC: a nova carteira de identidade brasileira

Agora é definitivo. A estimativa é de que em 9 anos todos os brasileiros terão o novo Registro Único de Identidade Civil (RIC). Vai ser difícil se acostumar à idéia de que o RG não mais existirá. O novo  documento reunirá dados de diversos outros documentos como CPF, Título de Eleitor e Carteira de Habilitação no formato de um cartão de crédito contendo chip. Os primeiros 100 mil RICs já devem ser expedidos em dezembro deste ano.
Além dos itens de segurança, que reduzem a possibilidade de falsificações, um dos itens mais importantes do novo documento é o certificado digital, o mesmo que hoje permite a assinatura das NFe-s por pessoas jurídicas. Isso possibilitará que muitos documentos possam ser assinados eletronicamente de maneira segura por qualquer pessoa física. Outro benefício é a possibilidade de manifestação de apoio a projetos de lei por meio de assinaturas eletrônicas, o que permitirá o aumento da participação direta do cidadão e o aumento da legitimidade das decisões tomadas pelo Legislativo brasileiro.
Hoje, cada estado possui sua numeração para o Registro de Identidade. Isso sempre foi um problema para os desenvolvedores de software porque seus produtos devem permitir a entrada de números duplicados. Com o RIC será diferente. A numeração será única em todo o território brasileiro. Além disso, através do certificado digital, o RIC também ajudará as soluções de software a reforçarem seus mecanismos de autenticação, ou seja, um funcionário só poderá acessar os dados através de uma senha e do seu próprio RIC.


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Outsourcing e Cloud computing: complementares?

Um artigo recente no site TI Inside chama atenção para o fato de que outsourcing (ou terceirização) e Cloud Computing "complementam-se". Ainda outro artigo fala que Cloud Computing é apenas mais uma "versão do modelo de terceirização". Ambos dão uma idéia de que os dois conceitos podem conviver perfeitamente. Será que é isso mesmo? Vamos confrontar essas opiniões com a de outro artigo, em inglês, publicado no site NetworkWorld.
A premissa da terceirização é: nós fazemos seu trabalho por menos, ou em outras palavras, nós podemos gerenciar sua TI de maneira mais eficiente e barata do que se você o fizesse. Só há um problema com isso: Cloud Computing traz um ambiente de computação incrivelmente maleável e torna o uso de serviços sob demanda uma realidade. Por exemplo, na Amazon, paga-se apenas pelos recursos computacionais que se consome. Não há necessidade de comprar quatro servidores de última geração para processar seu fechamento contábil e sua folha de pagamentos uma vez por mês se hoje já existe a opção de consumir esses recursos com as máquinas virtuais do Amazon EC2!! A natureza agradece e o bolso também.
Isso muda completamente as expectativas de custos dos clientes. Torna-se fácil enxergar que Cloud Computing quebrará paradigmas em toda a cadeia de terceirização de TI. No futuro, os clientes terão a expectativa de fornecimento de serviços que suportem baixa preditividade e, certamente, não é essa a maneira com a qual os fornecedores estão acostumados a trabalhar hoje. Além disso, as áreas de negócios poderão decidir por soluções em nuvem que mais lhes convenham sem muita interferência de seus pares de TI, e as terceiras novamente deverão se adaptar. Na realidade esse modelo é mais parecido com o de prestação de serviços públicos (como energia elétrica, água, luz e telefone) do que com o modelo da própria terceirização.
Mas, toda mudança traz oportunidades. Cloud Computing oferece a oportunidade de que as empresas de terceirização de TI forneçam serviços de alto valor agregado, com sistemas mais integrados e conectados e que reduzam a dependência de trabalhos repetitivos (como por exemplo, digitação de notas fiscais e boletos bancários). Essa mudança será motivada por clientes que exigirão que seus  fornecedores de TI desenvolvam soluções mais produtivas.
Ou seja, esses novos conceitos chegaram para romper grandes paradigmas. Talvez, em um futuro não tão distante, boa parte do que hoje é terceirização de TI passe a se chamar Software como Serviço (SaaS).

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O futuro na visão da Microsoft

Os que têm curiosidade sobre o que as grandes  empresas de tecnologia andam planejando para o futuro nas corporações irão gostar dessa sequência de vídeos.
Como criaremos e compartilharemos conteúdo? Como será a colaboração através de equipes, empresas e redes? Qual o futuro do bloco de anotações, da mesa de trabalho, da lousa e de dispositivos portáteis que utilizamos hoje? Como será o uso do touch-screen e o desenvolvimento de interfaces de aplicativos? E o mais importante: de que maneira tudo isso aumentará nossa produtividade?
De acordo com a empresa de Bill Gates, em 2019 essas tecnologias já serão realidade. Para quem quiser conhecer hoje os protótipos que podem vir a fazer parte do dia-a-dia das empresas de amanhã, acesse Office Labs.
PS:  tenho que reconhecer que a Microsoft é muito eficaz quanto o assunto é publicidade.
Manufatura

Varejo

Produtividade e Sustentabilidade

Bancos

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Jornal da Globo nas nuvens


Recordar é viver.
A quase dois anos e meio, Eric Schmidt, presidente do Google, dava sua primeira entrevista para uma TV da América Latina. Ele já falava sobre o modelo de computação em nuvem e sobre as mudanças que isso traria para o mercado de software. Hoje as "profecias" estão se cumprindo...
Será que ele tem pesadelos com a Microsoft? Ou será que o Bill Gates tem pesadelos com as nuvens? ;)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Primeiro post!!!

Hoje podemos saber as atualizações dos preços de ações instantaneamente e também acompanhar o placar de jogos em tempo real pelo celular. Craigslist e Google AdWords tornaram-se melhores do que jornais para anúncios. Não há dúvidas que estamos atravessando outra grande revolução gerada pela Internet, que desta vez está se tornando uma ferramenta para integrar pessoas. A questão é: como o pequeno empresário ou profissional liberal podem utilizar esta ferramenta para potencializar seus negócios?
Hoje já é possível disponibilizar para pequenas empresas soluções de tecnologia do mesmo nível das que são oferecidas para grandes empresas e por um custo muito inferior. O objetivo deste blog é o de fornecer dicas para que pequenos empreendedores conheçam quais soluções tecnológicas são úteis e indispensáveis no seu dia-a-dia, ou seja, sobre como tornar o seu negócio mais "digital".  Mostrarei como soluções corporativas de ERP/CRM podem ser de grande valia, principalmente quando aliadas a conceitos como SaaS e Cloud Computing. Vamos, sobretudo, explicar o que é SaaS, o que é Cloud Computing, o que é ERP, o que é CRM e como tudo isso pode a aumentar a eficiência e a precisão nos processos em pequenas empresas sem que isso necessariamente signifique grandes investimentos.
Falarei também sobre as novas exigências do governo. Projetos de abrangência nacional como NF-e e SPED impõem muitas mudanças nos procedimentos da contabilidade e do faturamento das empresas e obrigam que elas sejam mais transparentes em todas as suas operações.
Caso tenha  comentários, sugestões, críticas ou perguntas, fique à vontade para entrar em contato.
Aproveite!!!