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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Então você quer um site para sua empresa...*

Para grandes empresas um site na web é apenas mais um dos seus canais de marketing. Pequenas empresas precisam de um grande esforço para ter uma presença na web, seja por falta de recursos, seja por falta de conhecimento técnico.

Então, o que você precisa para desenvolver um site de alta qualidade para seu negócio? Aqui vão 5 dicas para que você comece:

1. Crie o site! 
Hoje, não há desculpas para que uma pequena empresa não tenha um site. Há uma grande variedade de ferramentas para que os pequenos negócios criem seus primeiros sites e até para que eles anunciem e sejam promovidos localmente. Tanto ferramentas de buscas globais (como Google) como ferramentas locais (como Apontador) podem direcionar potenciais clientes interessados em informações, serviços ou produtos. Utilize também redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter, que ajudam a promover tráfego e a construir sua presença online.

2. Certifique-se de que o site tenha a informação correta e atualizada.
Isto inclui tudo, desde a localização das lojas, informações para contato, formas de pagamentos e horários de funcionamento até uma descrição detalhada de produtos e serviços e seus preços. Informações incorretas ou desatualizadas levar à perda do cliente ou a que ele tenha uma visão incorreta do produto ou serviço oferecido. Atualize o site constantemente e ele retornará seu investimento a longo prazo.

3. Crie opções de serviços para seus clientes. 
Seja um novo cliente com dúvidas sobre produtos e serviços ou um cliente existente que está reclamando de um item vendido, é importante que o site tenha recursos que possam ajudá-lo. Esses recursos podem incluir um número de telefone, um email ou espaços para comentários, ou até mesmo o acompanhamento de um pedido na linha de produção. É importante responder aos clientes diretamente, o mais rápido possível.

4. Disponibilize ferramentas de e-commerce e de reservas/agendamento.
Cada vez mais os consumidores estão fazendo compras online, então é importante que o seu negócio ofereça produtos e serviços lá também. Isso pode precisar de investimentos, mas, a longo prazo, eles são viáveis porque atraem novos clientes que podem não querer se deslocar para a sua loja real ou que preferem fazer uma compra imediata no conforto de sua residência. Disponibilize uma agenda online para que os clientes possam marcar horários. Porque perder um cliente que quer fazer uma reserva, mas não quer esperar até você abrir a loja?

5. Faça um blog para compartilhar opiniões e tendências em seu campo de atuação.
Um blog é uma boa forma de oferecer sua perspectiva sobre assuntos chaves e de demonstrar seu papel de liderança. Ele também fornece uma plataforma para mostrar seus produtos de maneira amigável e informal. Por exemplo, se você vende vestidos para noivas, compartilhe suas idéias sobre as linhas mais recentes em suas lojas e porque você as escolheu, coloque fotos dos seus melhores vestidos no dia do casamento. Mostrar que você é um especialista dá confiança que os clientes precisam e isso cria um diferencial competitivo.

Para pequenas empresas, um site pode servir como uma vitrine digital trazendo confiança e informações para que o cliente seja conduzido a uma compra fácil e rápida. Um site pode ser o centro da estratégia de marketing para pequenos negócios combinando todas as outras formas de anúncios como impressos, páginas amarelas, mobile, video, SEO/SEM e controle de reputação.

Quer conhecer ferramentas que podem auxiliá-lo a fazer tudo isso? Isso pode ser mais simples e barato do que você imagina. Entre em contato.

* Baseado no artigo "5 Tips To Get Your Local Business Online" de Stephanie Hobbs

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Um passeio pelo datacenter do Google

A computação em nuvem não existiria sem essas gigantescas "fazendas" de computadores chamadas de datacenters. Lá estão hospedados e são fornecidos os dados de serviços como Gmail, Google Apps, Youtube e até este blog. Essas verdadeiras fábricas de informação consomem muita energia e precisam de sistemas de refrigeração capazes de dissipar o calor gerado pelos processadores. Não é à toa que um dos Datacenters do Google foi construído numa antiga fábrica de papel que ficava próxima das águas geladas do Mar Báltico, na Finlândia.

Muitas empresas que estão avaliando a utilização de produtos SaaS (Software como Serviço) questionam quando descobrem que, nesse novo paradigma, os dados de seus negócios ficam longe, dentro dos datacenters. Vem a pergunta: Você acessa suas informações bancárias pela Internet? Você confia que seu banco está fornecendo essa informação de maneira segura? Os sistemas de segurança de empresas de tecnologia como Google são muito mais sofisticados do que os oferecidos pelos bancos (veja o vídeo abaixo). Esses sistemas foram concebidos para rodarem em segurança desdo o início. Essas empresas empregam os profissionais de segurança mais capacitados do planeta.

Sim, é a tecnologia de grandes agora ao alcance dos pequenos. Tudo isso está à sua disposição através de produtos e serviços. Quer saber mais?

PS: o vídeo está sendo narrado em inglês, mas você pode ativar as legendas em português através da opção CC (Closed Caption), Translate Captions, Português.


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um novo tipo de computador: o Chromebook

Muitos anúncios empolgantes no Google I/O, evento que o Google realiza anualmente na Califórnia. Um deles é especial para os leitores deste blog.
"O Google anunciou hoje os primeiros Chromebooks dos seus parceiros, Samsung e Acer. Eles não são notebooks comuns. Com um Chromebook você não esperará minutos para dar o boot no seu computador. Você lerá emails em segundos. Graças às atualizações automáticas, o software no seu Chromebook ficará mais rápido com o passar do tempo. Suas aplicações, games, fotos, músicas e documentos serão acessíveis em qualquer lugar e você não precisará se preocupar com a perda de seu computador ou com backup de arquivos. As baterias dos Chromebooks durarão o dia inteiro com uma única carga. Esses notebooks também possuem diversas camadas de segurança embutidas, então não haverá necessidade de antivírus e softwares para instalação e manutenção. E o mais importante, você não gastará horas lutando contra seu computador para deixá-lo atualizado."
Mas não é só isso!!! :)
O anúncio continua:
"Mesmo tendo departamentos de TI dedicados, empresas e escolas lutam com os mesmos problemas de complexidade, custo e insegurança em seus computadores. Para resolver isso nós estamos também anunciando o Chromebook for Business and Education. Este serviço inclui os Chromebooks e um serviço de gerenciamento de usuários, dispositivos, aplicações e políticas de segurança. Também estarão incluídos suporte, garantias e trocas e atualizações do aparelho. Os preços mensais começam a 28 dólares por usuário para empresas e a 20 dólares por usuário para escolas".
Enfim é chegada a era do "Computer as a Service". Não há dúvidas que, atualmente, o Google é a empresa que mais inova na Internet. Resta saber quando tudo isso estará disponível no Brasil.
Veja anúncio na íntegra no Blog do Chrome (em inglês).

terça-feira, 1 de março de 2011

O quanto sua Empresa é Digital? *

A resposta para a questão-título pode ser tão vital para a viabilidade das empresas a longo prazo quanto a qualidade de seu modelo de negócios. Ser Digital vai além de ter o ter o software mais recente ou de ter o melhor o site na Internet. Trata-se de aproveitar ao máximo o que é realmente uma revolução, a fim de se tornar único, além de criar e aumentar lucros utilizando novos meios.
O projeto de uma Empresa Digital é a arte e a ciência de utilizar tecnologias digitais para expandir as opções estratégicas de uma companhia. Não se trata de utilizar tecnologia para seu próprio bem, trata-se de servir aos clientes, criar proposições de valor exclusivas, incentivar talentos, aperfeiçoar radicalmente a produtividade e aumentar os lucros. Trata-se de utilizar opções digitais para criar um modelo de negócios que não seja apenas superior, mas único.
A Empresa Digital é um fenômeno que emergiu a partir de 1996 (com o advento da própria Internet) e que ganhou mais destaque nos últimos 2 anos do século XX. Como exemplos, podemos citar:
  • a Dell, que em 1998 criou seu configurador online e que ainda é de qualquer maneira semelhante ao atual;
  • America On Line, eBay e Yahoo, que no começo de 1999 deixaram claro que era possível um modelo de empresa que pudesse fazer negócios pela Internet;
  • a General Eletric, que nos primeiros meses 2000, estava fazendo um grande esforço para realizar a primeira bem-sucedida transição em larga escala de um modelo não digital para um modelo de empresa digital.
Durante os primeiros anos do século XX , a construção de vigas-mestras de aço e a invenção do elevador modificaram completamente os conceitos de arquitetura e tornaram possível a construção de arranha-céus. Da mesma maneira, a situação dos líderes atuais está sendo alterada para sempre com o surgimento de novos e melhores métodos de trabalho colaborativo. A Empresa Digital representou uma mudança fundamental nos antigos modelos de negócios que causou mais impacto gerencial do que até mesmo outros movimentos, como o movimento pela qualidade nos anos 80 e o movimento pela reengenharia na década de 90.
Hoje, a amplitude e a profundidade da revolução digital tornou-se tão importante que, ninguém na área de negócios pode se dar ao luxo de deixar de priorizar esse assunto. Até recentemente, a probabilidade de que qualquer empresa pudesse desfrutar de um sucesso de longo prazo era determinada por um único fator: a qualidade de seu projeto de negócios. Hoje, a multiplicação das tecnologias digitais tem introduzido um segundo fator competitivo crucial: o grau de sua digitalização.
E se existisse uma alternativa melhor? Se você pudesse reverter o modo como seus negócios são realizados? Por exemplo, e se você soubesse exatamente o que os clientes querem e fabricasse apenas esses produtos? Se deixasse de recorrer à suposição e não tivesse mais gastos com o estoque que não foi vendido? Se pudesse desfrutar de aumentos de produtividade de dez vezes?
No inicío do século XXI a Compaq e a Dell estavam entre os maiores fabricantes de PCs do mundo. No entanto, a Compaq dependia quase que exclusivamente dos distribuidores no varejo para vender o que ela produzia. Ela procurava prever qual era a demanda e produzia o número de máquinas que acreditava que os clientes podiam comprar e, então, tentava vendê-las aos clientes por meio de seus distribuidores. Por outro lado, a Dell produzia um micro somente depois de receber um pedido de um cliente que tivesse feito o pagamento. Dessa forma, a Dell passou a utilizar o dinheiro do cliente para financiar a produção enquanto a Compaq continuava dependendo de métodos tradicionais de financiamento. A História mostrou qual foi o modelo vencedor. Apesar de vender seus produtos com a mesma margem de lucro de seus concorrentes, a Dell cresceu 30% mais a cada ano. A Compaq foi engolida pela HP.
As empresas que fizeram a transição para um modelo digital através da exploração de opções digitais voltadas aos negócios puderam produzir lucratividade e taxas de crescimento maiores do que seus concorrentes. Essas diferenças simplesmente não podem ser atingidas sem um projeto de Empresa Digital. Além disso, essas diferenças crescem com o passar do tempo, à medida que as primeiras vantagens agora são consolidadas e utilizadas para a criação de investimentos e aperfeiçoamentos de desempenho ainda maiores no ciclo seguinte.
Como tornar a sua Empresa mais Digital?
Primeiro o empresário deve-se imaginar como especialista em projeto de Empresas Digitais contratado para analisar e aconselhar sua empresa sobre seus próximos movimentos:
  • Qual é a situação atual?
  •  O quanto sua Empresa é Digital? Em uma escala de 0 a 10, como avaliaria o projeto de negócios da sua empresa?
  • Qual o percentual de seus serviços e informações que é realizado on-line? Qual o percentual de gerenciamento de seus canais de venda, fornecimento, atendimento a clientes, faturamento, logística, compras, seleção, treinamento, financiamento, pesquisa e desenvolvimento, produção e marketing?
  • Onde você situaria seus principais concorrentes nesses quesitos? Em que direção eles estão se movendo?
  • Que oportunidades estratégicas a análise acima sugere? Como você pode começar a utilizá-las?
Ser Digital não significa fazer com que seus vendedores fiquem distantes de seus clientes, não significa fechar sua loja ou seu escritório e a partir desse momento só existir na Internet. Ser Digital é apenas uma questão de usar mais tecnologia para aumentar a eficiência e reduzir custos nos processos. A experiência de grandes empresas inovadoras mostrou que um projeto de Empresa Digital traz uma mudança dramática e positiva em direção à realização de diversos benefícios:
  • A base para as decisões muda da suposição para a certeza;
  • A proposição de valores para seus clientes muda da inadequação para um perfeito ajuste;
  • As informações que fluem passam a ser transmitidas em tempo real, sem atrasos;
  • A utilização do tempo de seus funcionários muda de um estilo com baixo valor agregado para o máximo incentivo aos talentos;
  • A resolução de problemas passa a ser pró-ativa ao invés de reativa.
Como e quais são as opções digitais que podem ser exploradas para trazer esses benefícios no caso de Sua Empresa? Entre em contato.
* baseado no artigo da edição 37 da revista InformationWeek Brasil e no livro “How Digital Is Your Business?” (“O Quanto Sua Empresa é Digital?”) de Adrian Slywotzky e David Morrison.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A principal vantagem de SaaS: o preço

Hoje vou pagar uma de minhas promessas. Estou postando um comparativo de preços entre aplicações no modelo SaaS e aplicações no modelo tradicional (ou "on-premisse"). Importante frisarmos novamente que alguns fornecedores trabalham também no modelo de "hosting", porém afirmam oferecer soluções SaaS  (veja o post "O que não é SaaS!!!"). Fiquem atentos!!!
Critérios.
Obviamente existem diferenças funcionais entre os produtos avaliados. Porém, isso por si só não justifica a diferença brutal no modelo de precificação dos produtos. O que justifica a diferença é o fato de o fornecedor ter construído uma vantagem competitiva com um produto inovador e utilizando um novo paradigma (e isso não é uma missão fácil). Outro ponto importante: existem produtos que podem ser comprados em bancas de jornais e gôndolas de supermercados. Esses produtos não foram considerados aqui porque não fornecem suporte. Além disso, o pequeno empresário preocupado com a disponibilidade dos seus sistemas de informações procurará por algo mais "profissional" do que um produto nesse modelo.
Comparação.
O primeiro produto é de uma grande empresa, forcedora mundial de produtos ERP no modelo "on-premisse", ou seja, você precisa comprar e instalá-lo em um servidor dentro de sua empresa. A algum tempo contatei um distribuidor com intuito de avaliar sua solução para uma pequena indústria do setor plástico com 20 funcionários. Depois de uma breve visita com 3 consultores, foi fornecido um orçamento de cerca de R$70000 considerando licenças para apenas 4 usuários das áreas administrativo/financeira e mais 540 horas (3.2 meses/homem) de consultoria em implantação. Neste valor, equivalente à metade do faturamento mensal da empresa, ainda não estavam incluídas despesas com deslocamento do técnico, infraestrutura e suporte.
O segundo produto é vendido como SaaS, porém a precificação revela que, na realidade, ele é entregue no modelo de "hosting". Ou seja, neste caso o próprio fornecedor fornece a estrutura, mas ela não é compartilhada com outros clientes. O custo de implantação pode ser verificado no site e fica em torno de R$10000. Além disso, mensalmente seriam cobrados cerca de R$160 por usuário.
E. finalmente, o terceiro produto, que para 1 usuário é fornecido de maneira gratuita. Já para 5 usuários simultâneos ele é oferecido pelo preço de R$119 mensais. Esse possui a característica de um SaaS "puro sangue", um modelo que possibilita uma grande redução de custos para o fornecedor e a transferência desse custo para o cliente final no preço do serviço.
Conclusão:  A diferença do primeiro para o terceiro chega a 3 ordens de grandeza!!!
O custo é o principal fator que leva pequenas empresas a adotar soluções SaaS. É por isso que não duvido de notícias que dizem que "a adesão das empresas à nuvem crescerá 1300% em quatro anos".
Quer saber quais são os fornecedores? Entre em contato.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SaaS: velocidade de implementação

Fora do Brasil, SaaS (do inglês, Software As a Service) tem ganhado força principalmente entre as PMEs e uma das principais causas é a velocidade da implementação. Essas empresas possuem limitação em recursos e não podem se dar ao luxo de adotar o mesmo tipo de soluções tecnológicas que suas concorrentes maiores.
E, na prática, como funciona SaaS? Com SaaS o cliente não compra a aplicação, ele paga por um serviço. Ele também não customiza e não instala a aplicação em sua empresa. Como não há instalação, também não há necessidade de aquisição de infraestrutura (software, rede, máquinas, etc) para executar a aplicação. O responsável por isso é o fornecedor. Também não há necessidade de despesas com programadores, analistas de sistemas, administradores de banco de dados e de rede que realizam tarefas como capacity planning, instalação e monitoramento de servidores. Os servidores precisam de alimentação de energia, segurança, rede, sistema operacional, banco de dados e backup. Mais uma vez a responsabilidade é do fornecedor. A configuração do serviço ocorre sempre pelo navegador podendo ser feita em poucas horas ou dias, ao invés de em semanas ou meses. Também não existe custo de atualização ou de "upgrade" da aplicação. Esse custo é diluído pelos clientes que usufruem dos benefícios e das melhorias da mesma maneira que o proprietário de um apartamento usufrui dos benefícios de seu condomínio.
Torna-se óbvio que, com toda essa estrutura já instalada remotamente, o tempo de implantação é reduzido drasticamente. Com isso, a empresa pode focar no seu negócio e reduzir seus esforços usufruindo rapidamente dos benefícios do projeto.
No próximo post falarei sobre o principal fator de adoção de SaaS entre PMEs: o preço. Uma pesquisa recente com 1200 executivos de pequenos negócios mostrou que pelo menos 80% deles considerariam adoção de SaaS pelo baixo TCO (Total Cost of Ownership)*.
Você já procurou por uma solução nesse modelo no mercado brasileiro e não encontrou? Pode ser que ela exista ou que nós possamos desenvolvê-la através de uma parceria!!! Entre em contato. Não tenho dúvidas de que, com os avanços atuais da Internet, agora há um grande campo de possibilidades e produtos que podem ser desenvolvidos no modelo SaaS.
* Total Cost of Ownership - custo total de propriedade ou, no caso, custo total por se possuir um aplicativo de software. Envolve custos com: hardware, software, treinamento, manutenção, atualização, etc.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Certificado Digital gratuito para PMEs

Mais uma notícia importante: em 2011 a Sefaz-SP estará distribuindo gratuitamente certificados digitais para micro e pequenas empresas que faturam até 2,4 milhões. O certificado permitirá acesso mais seguro aos serviços do portal da Sefaz.
Veja notícia na íntegra no portal da Info Exame.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Peixes grandes preocupados...*

Joseph Tucci, Presidente da EMC, a empresa que atualmente domina o mercado mundial de storage#, disse que "vê fantasmas de grandes empresas (ex)vizinhas que quebraram com a chegada do PC" todo dia que olha pelas janelas do seu escritório.
"Um movimento similar está acontecendo e agora a diferença é que a ruptura está vindo das nuvens, esses data centers gigantescos que fornecem computação e armazenamento remoto ao invés de servidores e unidades de discos dentro das próprias empresas", disse Tucci. A mudança para a nuvem irá trazer "novos competidores que deixarão a maior parte ou pelo menos a metade das empresas de tecnologia devastadas. Ele não deu nomes, mas o artigo sugere que empresas como Dell, HP, IBM e a pŕopria EMC podem estar correndo esse risco. Mas essas gigantes não vão se entregar fácil. Essas empresas já gastaram 6.4 bilhões de dólares em aquisição de concorrentes que possuem tecnologias em nuvem.
Empresas que utilizam computação em nuvem (ou, no inglês, "cloud computing") podem cortar em no mínimo um terço seus custos de TI  e gerenciar atualizações facilmente. A empresa de marketing IDC estima que, ao redor do planeta, elas poderão economizar cerca de 1 trilhão de dólares por não precisar manter sistemas antigos e obsoletos nos próximos 4 anos.
Quem viver verá.
Quer saber mais sobre soluções em nuvem para pequenas e médias empresas? Entre em contato.
# dispositivos para armazenamento de grandes quantidades de dados

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O passaporte também na Era Digital

Depois de diversas mudanças, o novo passaporte brasileiro será o mesmo adotado na União Européia, Japão, Estados Unidos e Austrália. E ele até lembra o RIC (Registro Único de Identidade Civil) em alguns itens.
Veja na íntegra no G1.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

RIC: a nova carteira de identidade brasileira

Agora é definitivo. A estimativa é de que em 9 anos todos os brasileiros terão o novo Registro Único de Identidade Civil (RIC). Vai ser difícil se acostumar à idéia de que o RG não mais existirá. O novo  documento reunirá dados de diversos outros documentos como CPF, Título de Eleitor e Carteira de Habilitação no formato de um cartão de crédito contendo chip. Os primeiros 100 mil RICs já devem ser expedidos em dezembro deste ano.
Além dos itens de segurança, que reduzem a possibilidade de falsificações, um dos itens mais importantes do novo documento é o certificado digital, o mesmo que hoje permite a assinatura das NFe-s por pessoas jurídicas. Isso possibilitará que muitos documentos possam ser assinados eletronicamente de maneira segura por qualquer pessoa física. Outro benefício é a possibilidade de manifestação de apoio a projetos de lei por meio de assinaturas eletrônicas, o que permitirá o aumento da participação direta do cidadão e o aumento da legitimidade das decisões tomadas pelo Legislativo brasileiro.
Hoje, cada estado possui sua numeração para o Registro de Identidade. Isso sempre foi um problema para os desenvolvedores de software porque seus produtos devem permitir a entrada de números duplicados. Com o RIC será diferente. A numeração será única em todo o território brasileiro. Além disso, através do certificado digital, o RIC também ajudará as soluções de software a reforçarem seus mecanismos de autenticação, ou seja, um funcionário só poderá acessar os dados através de uma senha e do seu próprio RIC.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

NF-e 2.0: as principais mudanças

A implantação da NF-e 2.0 foi adiada, mas as novidades e as novas regras continuam. Você usa alguma solução ERP para automatizar a emissão e/ou a recepção de suas notas? Ela está preparada? Veja as referências abaixo.

sábado, 9 de outubro de 2010

Era uma vez um empresário, seu contador e seu sistema ERP ...

Hoje vou contar uma história trágica, porém real. Ela ocorreu em um de meus clientes que, obviamente, terá o nome preservado. Vou contar em formato de diálogo porque fica mais fácil entender qual a situação dos envolvidos e a postura de cada um deles frente aos problemas e soluções. Também não vou fornecer datas, mas ela ocorreu em um período de 8 meses do ano de 2009. Os personagens são o Empresário, o Contador, o Fornecedor do ERP e o Consultor de TI (sim, eu mesmo).
Tudo começou quando o Contador procurou o Empresário:
- Temos um problema. A Sefaz está exigindo que enviemos no arquivo do Sintegra* os registros do tipo 75 (itens de nota) de todas as notas de entrada e saída geradas de 36 meses para cá. Isso está como pendência, veja este relatório emitido diretamente do site da Sefaz....
O Empresário protestou:
- Poxa, estamos devendo todo esse tempo e só agora você me avisa!?!? Não é o seu escritório quem sempre enviou esses arquivos?
- Nós enviamos, mas não podemos fazer mais. Nosso sistema ainda não permite a entrada dos itens da nota. Só damos entrada no valor total e esse trabalho ainda é manual. Já falei com o programador e ele disse que não tem previsão porque a alteração é complexa.
- Então como vamos resolver isso?
- Nós teremos que gerar esse arquivo pelo ERP da sua empresa. Vou verificar com o fornecedor do seu ERP. Ahhh, já ia esquecendo. Em três meses seu setor será obrigado a emitir NF-e. Você também precisa estar adequado neste prazo. Vou falar com o seu fornecedor de ERP sobre isso também.
Algum tempo depois o Contador retorna:
- Verifiquei com seu fornecedor de ERP e ele disse que precisará de 200 horas de projeto para gerar os arquivos retificadores.
- Como assim?
- Não é tão simples. Precisamos ter certeza das informações que estamos enviando para a Sefaz. Precisamos ter certeza que os valores escriturados batem com os valores enviados pelo Sintegra e com os valores das notas. Qualquer falha e você entra na mira da Receita. E quanto à solução para NF-e, seu fornecedor irá cobrar R$800,00 pela instalação e mais R$200 mensais para manutenção e suporte.
O Empresário pensou revoltado:
- Vou pagar para ter de refazer um trabalho que você fazia e que meu ERP também deveria estar fazendo corretamente!!! Droga, não vou comprar brigas, eu sou refém do contador e do fornecedor de ERP mesmo ...
Passou algum tempo e o Empresário digerindo o assunto teve uma idéia:
- Esse problema é mais de Tecnologia da Informação do que de contabilidade ou de obrigações fiscais. Vou pedir conselhos para um consultor de TI para ver se é mesmo necessário gastar essas 200 horas e aproveito para perguntar sobre a NF-e.
E chamou o Consultor de TI . E, então, veio o Consultor de TI.
O Empresário contou toda a situação e questionou sobre a necessidade de contratação de horas para geração dos arquivos retificadores do Sintegra e sobre a solução para NF-e.
O Consultor respondeu:
- Quanto à NF-e, podemos verificar a viabilidade da solução da Sefaz de São Paulo. Ela é gratuita e bem simples. Se você gera de 40 a 100 notas por mês, eu indicaria essa solução. Posso orientar nos passos necessários para obtenção do certificado digital, para instalação da solução e para treinamento dos seus usuários. Quanto aos arquivos do Sintegra, trata-se de um problema mais complexo e trabalhoso por ser um período muito grande de pendências envolvendo muitos dados, mas acredito que essa validação pode ser feita internamente por seus próprios funcionários. Não é necessária a contratação das horas de consultoria do fornecedor de ERP. Posso orientar todo o processo também.
- Ok. Como faremos?
- Primeiro preciso de um relatório do seu contador contendo todas as notas de entrada e saída geradas no período em questão. Também preciso de acesso a todas as notas em papel em seu arquivo. Tudo o que foi escriturado pelo seu contador, ou seja, cada nota de entrada e cada nota de saída deve estar em conformidade com os arquivos retificadores que serão enviados para a Sefaz. Também preciso de acesso ao sistema e do suporte do seu fornecedor de ERP e de um funcionário do departamento financeiro que receba minhas orientações para essa atividade.
- Ok. Vamos fazer isso. Se essa atividade ficar sob minha responsabilidade, pelo menos posso garantir que ela será realizada corretamente. O funcionário Joãozinho te acompanhará nessa atividade.
E algum tempo passou. O Consultor de TI contatou o Contador e o Fornecedor de ERP e encontrou alguma relutância, afinal eram eles que deveriam estar faturando esse serviço. Foram passadas orientações para que o Joãozinho pudesse realizar a atividade, mas ocorreram diversos problemas e o Consultor de TI retornou:
- O sistema do seu contador, apesar de ainda não contemplar os itens da nota, é mais confiável quanto aos valores, afinal esses valores são simplesmente copiados por digitação das próprias notas. Se houver algum erro, será de digitação. Felizmente você possui os arquivos dos movimentos mensais bem organizados e todas as notas de entrada e de saída foram encontradas. Quanto ao seu ERP temos um grande problema.
- O que acontece?
- Antes de enviar o arquivo retificador, precisamos validá-lo com um programa fornecido pela própria Sefaz. Encontrei muitas inconsistências e um problema grave que provavelmente está afetando todos os clientes do seu fornecedor ERP.
E o Consultor de TI continuou com o Empresário:
- Existem diversas inconsistências na validação dos arquivos gerados pelo seu ERP. Por exemplo, ele não validava a entrada do campo CNPJ para clientes ou fornecedores antigos, então precisamos retornar ao cadastro de todos eles e corrigir essa informação. O mesmo acontece para outros campos. Esse erro ocorre devido a uma falha técnica do seu sistema e deveria ser corrijido sem custo, afinal você paga mensalmente a taxa de suporte. Mas recomendo que seu pessoal mesmo corrija, apenas como garantia.
- Ok.
- Tem mais um problema, o maior. No arquivo enviado devem constar notas de entrada e de saída, ou notas próprias ou de terceiros. O sistema da Receita diferencia isso por um “T” ou por um “P” em um campo. O problema é que o seu ERP gera todas as notas com um “P”, ou seja, é como se não existissem notas de entrada na sua empresa e todas elas passassem a ser notas de saída. Isso é grave, considerando que todos os clientes do seu fornecedor ERP devem estar com o mesmo problema e que duvido que ele esteja com disposição para colocá-los a par e utilizar recursos para corrigir e gerar novamente todos os arquivos enviados até hoje. O que mais me deixa surpreso é como isso passou desapercebido até hoje!!! Vou pedir que eles corrijam e depois geraremos novamente os arquivos.
- O problema é que as minhas informações estão no sistema deles, senão já tinha escolhido outro fornecedor.
- Também existem técnicas para se trocar de sistemas. Nós chamamos isso de migração. O ideal é que você escolha criteriosamente um fornecedor logo no início para evitar esses trantornos, mas os problemas vêm com o tempo e a empresa vira refém do fornecedor de sistemas por não ter informação especializada.
Algum tempo depois os arquivos retificadores com todas as informações corretas foram gerados e enviados para a Sefaz. O Empresário continuou refém do Fornecedor de ERP e do Contador, porém agora sabia que tinha uma opção.
Moral da história:
1) trate os assuntos de maneira correta, nunca dependa do seu contador ou do seu fornecedor de ERP para atividades que envolvam “caixa 2″. A empresa é responsável por toda a prestação de contas por um período de 5 anos e o cerco está fechando com as iniciativas da NF-e e SPED. Portanto, corrija agora suas informações, aponte seus estoques com precisão, faça notas para tudo que vender e peça notas de tudo que comprar. Em um futuro não tão distante não serão os fiscais que apontarão falhas, serão os computadores da Receita Federal. Esteja preparado, durma sem peso na consciência.
2) se tem dores de dente, vá ao dentista. Se quer saber como pagar menos impostos, seu contador deveria ajudar. Se quer escolher a melhor solução de TI, contrate um especialista para ajudá-lo, não deixe que outra pessoa escolha por você. Essa é uma decisão bastante séria e você pode poupar-se de muitos problemas e frustações no futuro.
* Sintegra - arquivo enviado mensalmente por empresas que possuem sistemas de informações às Sefazes dos seus estados contendo principalmente dados de notas fiscais de entrada e saída e posições de estoque.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Tecnologia de grandes para pequenos

A cidade de Los Angeles,  a segunda maior dos Estados Unidos, concluiu a migração de mais de 15000 funcionários de 36 departamentos para o Gmail e o Google Apps*. Quando o projeto estiver completo, mais de 30000 funcionários estarão usando as aplicações do Google para email, agenda, documentos, planilhas e comunicação on-line por mensagens e vídeo (veja o artigo na íntegra, em inglês).
Isso mostra as possibilidades que soluções no modelo de Software como Serviço (SaaS) trazem para todos. Não há discriminação, pois o mesmo serviço, com as mesmas funcionalidades, com os mesmas condições de investimentos e com 99,9% de garantia de disponibilidade está ao alcance de grandes e de pequenas empresas. Além disso, os serviços do Google Apps podem ser utilizados gratuitamente por organizações que possuem até 50 contas de usuários.
Quanto sua empresa paga hoje pelas contas de email em provedores como Terra, UOL ou iG? Qual o seu custo anual com licensas para editores de texto, planilhas e ferramentas de e-mail? Você paga para alguém administrar seu servidor de emails? Já colocou no papel seus custos com mão-de-obra, energia e manutenção dos servidores? No Brasil existe um contingente imenso de pequenas e médias empresas que precisam se profissionalizar no uso da tecnologia e usufruir dos seus benefícios.
Quer conhecer melhor o Gmail, o Google Apps e outras soluções de Tecnologia da Informação para pequenas empresas? Entre em contato. Podemos agendar uma visita sem compromisso para entender suas necessidades.
* Google Apps - ferramenta que oferece recursos equivalentes ao Microsoft Office

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Outsourcing e Cloud computing: complementares?

Um artigo recente no site TI Inside chama atenção para o fato de que outsourcing (ou terceirização) e Cloud Computing "complementam-se". Ainda outro artigo fala que Cloud Computing é apenas mais uma "versão do modelo de terceirização". Ambos dão uma idéia de que os dois conceitos podem conviver perfeitamente. Será que é isso mesmo? Vamos confrontar essas opiniões com a de outro artigo, em inglês, publicado no site NetworkWorld.
A premissa da terceirização é: nós fazemos seu trabalho por menos, ou em outras palavras, nós podemos gerenciar sua TI de maneira mais eficiente e barata do que se você o fizesse. Só há um problema com isso: Cloud Computing traz um ambiente de computação incrivelmente maleável e torna o uso de serviços sob demanda uma realidade. Por exemplo, na Amazon, paga-se apenas pelos recursos computacionais que se consome. Não há necessidade de comprar quatro servidores de última geração para processar seu fechamento contábil e sua folha de pagamentos uma vez por mês se hoje já existe a opção de consumir esses recursos com as máquinas virtuais do Amazon EC2!! A natureza agradece e o bolso também.
Isso muda completamente as expectativas de custos dos clientes. Torna-se fácil enxergar que Cloud Computing quebrará paradigmas em toda a cadeia de terceirização de TI. No futuro, os clientes terão a expectativa de fornecimento de serviços que suportem baixa preditividade e, certamente, não é essa a maneira com a qual os fornecedores estão acostumados a trabalhar hoje. Além disso, as áreas de negócios poderão decidir por soluções em nuvem que mais lhes convenham sem muita interferência de seus pares de TI, e as terceiras novamente deverão se adaptar. Na realidade esse modelo é mais parecido com o de prestação de serviços públicos (como energia elétrica, água, luz e telefone) do que com o modelo da própria terceirização.
Mas, toda mudança traz oportunidades. Cloud Computing oferece a oportunidade de que as empresas de terceirização de TI forneçam serviços de alto valor agregado, com sistemas mais integrados e conectados e que reduzam a dependência de trabalhos repetitivos (como por exemplo, digitação de notas fiscais e boletos bancários). Essa mudança será motivada por clientes que exigirão que seus  fornecedores de TI desenvolvam soluções mais produtivas.
Ou seja, esses novos conceitos chegaram para romper grandes paradigmas. Talvez, em um futuro não tão distante, boa parte do que hoje é terceirização de TI passe a se chamar Software como Serviço (SaaS).

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O futuro na visão da Microsoft

Os que têm curiosidade sobre o que as grandes  empresas de tecnologia andam planejando para o futuro nas corporações irão gostar dessa sequência de vídeos.
Como criaremos e compartilharemos conteúdo? Como será a colaboração através de equipes, empresas e redes? Qual o futuro do bloco de anotações, da mesa de trabalho, da lousa e de dispositivos portáteis que utilizamos hoje? Como será o uso do touch-screen e o desenvolvimento de interfaces de aplicativos? E o mais importante: de que maneira tudo isso aumentará nossa produtividade?
De acordo com a empresa de Bill Gates, em 2019 essas tecnologias já serão realidade. Para quem quiser conhecer hoje os protótipos que podem vir a fazer parte do dia-a-dia das empresas de amanhã, acesse Office Labs.
PS:  tenho que reconhecer que a Microsoft é muito eficaz quanto o assunto é publicidade.
Manufatura

Varejo

Produtividade e Sustentabilidade

Bancos

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Suas informações estão protegidas?


Seja porque estamos em época de eleições ou não, está quente a discussão sobre as sucessivas quebras de sigilos de pessoas físicas que estão ocorrendo na Receita Federal. Essa é uma situação que mostra o aparelhamento do Estado e até onde pode chegar um partido político que governa o país usando o poder em causa própria, e desta vez, o poder sobre a Informação.
Mas, tratando-se de sua empresa, você já pensou nisso? Existem funcionários que possuem desde o acesso a toda sua lista de clientes, movimentos financeiros e dados de faturamento e produção, passando por salários de colegas e valores de comissões, até senhas bancárias. Até onde pode chegar a mente de um funcionário que foi demitido, que está insatisfeito ou com inveja do chefe? Sua empresa trabalha com informações confidenciais? E se essas informações caírem nas mãos do seu principal concorrente? Como seus sistemas podem ajudar?
  • Ele possui controle de acesso por função? Ex: o funcionário do faturamento só enxerga dados da ordem de produção e emite NF-e, o vendedor tem acesso apenas aos dados dos clientes de sua região.
  • Ele faz logs (ou registros) de acesso? Ex: o sistema da Receita Federal (pelo menos!!!) registrava os acessos. Foi dessa maneira que se descobriu que os acessos originaram-se na agência da Receita Federal de Mauá.
  • Como ele comporta-se caso alguém consiga acessar seu banco de dados com intuito de realizar uma cópia completa de todos os seus dados?
  • Como ele armazena dados sensíveis como senhas e certificados?
Ataques internos como roubo de informações e abuso de privilégios são historicamente apontados como responsáveis por cerca de 70% dos problemas de segurança que uma empresa sofre (veja entrevista abaixo). Entretanto, a mídia continua fornecendo mais visibilidade aos ataques externos, ocasionados por hackers.
Se você acha que prevenir é melhor do que remediar ou se você precisa de um diagnóstico sobre como anda a Segurança da Informação em sua empresa, entre em contato.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Anunciando seu negócio na Internet


Ok, você decidiu que vai anunciar seu produto ou serviço na Web. Por onde começar?
Em primeiro lugar você precisa saber que o Google domina o mercado de buscas com 97% de participação somente no Brasil. É claro que se algum internauta procurar pelo nome de seu serviço ou produto no Google você vai querer estar lá. Aliás, cerca de 95% dos atuais 17 bilhões anuais de receita do Google é somente com anúncios, ou seja, eles sabem o que fazem quando o assunto é anunciar.
Segundo, você precisa conhecer a principal ferramenta: o Google Ad Words. Nessa ferramenta você define suas campanhas e anúncios. Nela você "compra" palavras de busca para que seu anúncio apareça na área de links patrocinados do Google e também define em quais localizações geográficas e em quais sites de parceiros eles aparecerão. Você também pode monitorar a quantidade de cliques e as quantias investidas em cada campanha. Por exemplo: uma campanha para esse blog poderia definir as visualizações num raio de 30km do centro de São Paulo e priorizar impressões no site da revista "Pequenas Empresas Grandes Negócios", limitando o volume do investimento em R$20,00 por dia. Para mais orientações e conceitos sobre o Google AdWords veja o vídeo abaixo e acesse o Glossário e o Canal no Youtube.
Sem dúvida, a Internet, quando comparada a outros canais convencionais como TV e jornais, é o que fornece as informações mais precisas sobre o retorno de investimento de suas campanhas. Futuramente postarei sobre outras ferramentas que também auxiliam anunciantes na Web como Google Analytics, Google Places e o Google AdSense.
Precisa de uma ajuda? Entre em contato.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais atualizações no Gmail


Vantagens que só SaaS pode oferecer.
O Google lançou um update onde tornou disponível a feature de priorização de emails, da mesma maneira que antes já era possível colocar emails diretamente na caixa de spam. Agora não haverão desculpas de que a caixa estava lotada e ainda não deu para ler aquele email importante do chefe. ;)
Para fazer uma atualização do Outlook ou do Outlook Express você precisaria 1) comprar o novo release do Office e 2) contratar um técnico que iria 3) fazer um backup dos seus emails e documentos, 4) desinstalar a versão antiga, 5) instalar a versão nova, 6) restaurar o backup e, isso tudo correndo o risco de que o release do Office não fosse compatível com o Windows, o que obrigaria ainda a 7) adquirir a licença para uma versão mais atualizada do Windows. Agora multiplique esse esforço e custo pela quantidade de máquinas em sua empresa. Caro e trabalhoso, não?
Quer saber como criar um e-mail no formato voce@suaempresa.com.br usando o Gmail? Entre em contato.

Jornal da Globo nas nuvens


Recordar é viver.
A quase dois anos e meio, Eric Schmidt, presidente do Google, dava sua primeira entrevista para uma TV da América Latina. Ele já falava sobre o modelo de computação em nuvem e sobre as mudanças que isso traria para o mercado de software. Hoje as "profecias" estão se cumprindo...
Será que ele tem pesadelos com a Microsoft? Ou será que o Bill Gates tem pesadelos com as nuvens? ;)

domingo, 29 de agosto de 2010

A chegada do projeto Brasil-ID

Na última semana chamou minha atenção uma notícia sobre o lançamento do site do Sistema Nacional de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, ou o, ainda não tão popular, projeto Brasil-ID.
Conforme mencionado no artigo da revista TI Inside, "o projeto Brasil-ID surgiu para estabelecer um padrão único no processo de identificação, rastreamento e autenticação de mercadorias em produção e circulação no Brasil. Para tanto, utiliza a tecnologia RFID (identificação por radiofreqüência) e outras de comunicação sem-fio relacionadas. O que se pretende é desenvolver e implantar uma infraestrutura tecnológica de hardware e de software, além leitores de tags RFID, sensores e atuadores para os postos fiscais, capaz de suportar a identificação, o rastreamento e a autenticação de mercadorias. A expectativa do projeto é desburocratizar e acelerar o processo de produção, logística e de fiscalização de mercadorias pelo País. Do ponto de vista do governo, uma das vantagens é a racionalização e agilidade nos procedimentos de auditoria e fiscalização de tributos, mercadorias e prestação de serviços."
O projeto Brasil-ID está relacionado a outros projetos como SPED, NF-e e CT-e e, nos próximos anos, tende a igualar-se a eles em importância. Ele também é dirigido pelas Secretarias das Fazendas em conjunto com a Receita Federal e afetará empresas de todos os setores e tamanhos. Apesar de não ser mencionado explicitamente, o principal objetivo de todos esses projetos é a redução da sonegação fiscal, o que já se vem notando com os constantes recordes de arrecadação de impostos do Governo Federal. Resta saber se o governo também fará sua lição de casa enxugando custos da máquina administrativa e reduzindo a carga tributária, que está entre as mais altas do mundo.
Voltando para o assunto tecnologia, verifica-se que será cada vez mais intensa a integração entre processos de empresas e entidades do governo. Pequenos e grandes estarão cada vez mais dependentes de soluções ERP que se comuniquem diretamente com os sistemas das Sefazes, de suas transportadoras, de seus clientes, de seus fornecedores e de seus bancos. Cada vez mais o empresário deverá estar preocupado com a qualidade dos dados e com a confiabilidade de suas soluções. Além disso, o empresário também deve ficar atento para que a escolha de um novo sistema ou adequação de um já existente possibilite o aumento da velocidade do seu ciclo de negócios, seja ele um serviço prestado ou um produto manufaturado.
Seu ERP está acompanhando a demanda de obrigações impostas pelo governo? Qual a estratégia do seu fornecedor para se adequar a essas novas legislações? Sem dúvida, esses projetos também significam uma grande oportunidade para que novos fornecedores de soluções ganhem destaque, principalmente com produtos fornecidos no inovador modelo de Software como Serviço (SaaS).
Quer saber mais? Entre em contato.